setembro 27, 2009

Ainda a praxe...

Ler este texto muito bom do Daniel Oliveira. Assino por baixo.

18 comentários:

  1. Acho que já estavas a espera que eu viesse aqui ralhar contigo, pois bem, cá vai:

    Muito do que li aqui foi um enorme ataque a quem organiza, executa e se preocupa com as actividades que iniciarão os novos alunos, que em praxe se chamam "os caloiros", na nova fase das suas vidas. Acho injusto, desvalorizam o trabalho de muita gente partindo sempre do mesmo pressuposto da humilhação colectiva. O carnaval é para vocÊs uma humilhação? Para mim é uma celebração, é o que eu sinto sobre a praxe, não vou repetir o cliché da palavra integração, mas celebra-se a entrada do caloiro na nova instituição.
    A nós praxantes diverte-nos? Claro que diverte, mas a caloiros diverte muito mais, tudo isto é feito para que se divirtam e, ao mesmo tempo, conheçam as pessoas que vao passar os proximos anos de curso com eles, desenvolve-se um espírito de grupo.
    Há também má praxe e boa praxe, eu sinto que estou na boa, mas continuo a observar uma injustiça tremenda meter tudo no mesmo saco da bovinice e do analfabetismo.

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  2. E o texto de Daniel Oliveira conta com mais uma assinatura.

    “Desvalorizar o trabalho de muita gente”?! O meu caro T. Coutinho sabe quem é que desvaloriza o quê? A imbecilidade da praxe com as suas hierarquias é que desvaloriza a inteligência! Já reparou que quanto mais alto é o posto hierárquico, mais burros e repetentes são os “alunos”?!

    Por favor... Não tentem retirar dignidade à inteligência da qual carecem.

    Quando faz anos, por acaso tem o costume de “celebrar” mandando os seus convidados ajoelharem-se aos seus pés? Não há outras formas de celebração menos limitadas? Quando alguém novo chega a um qualquer contexto social a que pertence, por acaso insulta-o para se integrar? Lógica, meu caro! Razão! Raciocínio lógico, não? Será possível que aceitem tão passivamente as tradições que remontam ao tempo do Estado Novo sem as questionar?!

    Celebração?! Diversão?! É claro que é! Se todos deixássemos os cérebros em casa, era quem mais adorava andar a rastejar pelo chão e ser chamado de besta! Com franqueza… Associarem humilhação e integração?! Mas de que manual de Psicologia barato retiraram estas noções?!

    Isso é pura demagogia. É um discurso falacioso. Sem coerência nem respeito por princípios lógicos da argumentação. Para não entrar na prática “praxística” do insulto. Sinceramente…

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  3. Mais estupido que a praxe é quem a discute! Já disse aqui numa outra construção, vai à praxe quem quer, quem não quer não vai, ponto! Eu fui praxado e posso dizer que foi uma semana inesquecivel. Como tal, ridiculos são aqueles que tentam convencer os novos alunos, acabados de entrar no ensino superior, a não entrar na praxe (eles têm cabecinha para decidir se devem ou não participar!!) e ainda mais ridiculos são aqueles que decidem mandar ovos aos que estão a praxar e a ser praxados, apenas por não concordarem com este ritual (aconteceu no ISCTE-IUL na ultima semana). Para concluir deixo um comentario/pergunta ao meu caro Andre Matos (que não tenho o prazer de conhecer), o Sr é contra a praxe e provavelmente nunca foi praxado, mas sente-se no direito de dizer que quem praxa e é praxado carece de falta de inteligencia, sente-se superior a todas estas pessoas é?

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  4. Meus caros, estou a gostar. ;)

    Como é natural, estou 100% de acordo com o André. Mas respeito imenso as outras opiniões. Não as entendo, de maneira nenhuma. Estou à espera desenvolvimentos. Mas daqui a pouco há noite eleitoral, meus caros.

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  5. Pedro,

    Como disse Nuno Melo a Odete Santos, na despedida desta da AR, um dia ainda vou conseguir fazer com que percebas que eu é que estou certo :p

    Entretanto fico à espera da resposta do Andre Matos, já agora ele que me explique também se sou ou nao livre de participar na praxe e caso seja livre, pergunto-lhe se isso vai fazer com que fique mais burro...

    E atençao, para que fique bem claro, eu não sou das pessoas que mais participa e está presente na praxe!

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  6. "Mais estupido que a praxe é quem a discute!" -Não! Discutir seja o que for nunca é estúpido, discutir - pensar sobre e defender a sua ideia - nunca é estúpido, é essencial.

    Relativamente à praxe, sim é verdade que só vai quem quer, mas no comentário do D.Oliveira o que é atacado é toda a ideia de praxe, são tão "estúpidos" aqueles que praxam como os que se deixam praxar, pessoalmente concordo (eu participei num dia de praxe para experimentar e confirmou-se a minha ideia de que a praxe é realmente estúpida).

    Além disso nesse mesmo comentário há algo fundamental - "desde que não seja dentro da faculdade é lá com eles", ou qualquer coisa assim. Esta para mim é a questão fundamental, já que, tal como os que protestam contra as touradas só o podem fazer a 50 metros (com certeza já assistiram a isto no Campo Pequeno) do recinto para não perturbar quem gosta da tourada, também o espaço comum universitário não deve ser ocupado por quem praxa, desrespeitando o espaço de quem não gosta da praxe.

    Venha a resposta.

    p.s - Diogo, dizes que são ridiculos aqueles que tentam convencer os alunos a não entrar na praxe...Isso é uma piada? Convencer a participar não será igualmente ridiculo?

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  7. Meu caro amigo Tiago,

    Vou começar pelo teu "p.s", tu que foste praxado sabes perfeitamente que nao houve qualquer tipo de pressão para estares presente nos restantes dias que faltavam para o final da praxe (no máximo disseram-te "ah e tal isto é giro por isso vem nos proximos dias"), ao contrário do que fazem as pessoas do MATA que pressionam (e agora ao que parece tambem atiram ovos) os caloiros, dizendo-lhes, de forma que nem vou comentar, para fugirem a sete pés de tudo o que se assemelhe com praxe, eu já assisti a esse tipo de pressões e acho ridiculo!

    Em relação a ser ou nao ridiculo discutir este assunto, apenas te digo que neste caso considero que tens razão, deve haver espaço para discussão sobre qualquer assunto como é obvio! Eu só disse o que disse porque já estou tão farto desta conversa todos os anos que começo a achar ridiculo os argumentos que são utilizados na discussão, por uma razão muito simples e repito... quem quer ir à praxe vai, quem não quer nao vai! Para quê tanta discussão? É a mesma coisa que discutir se o 25 de Abril valeu ou não a pena todas as vezes que é dia 25 de Abril (obvio que estou a exagerar um pouco na comparação, mas esta faz sentido!).

    Para finalizar, a questão do local da praxe. Como sabes a praxe serve para integrar os novos alunos no ensino superior, logo, o local adequado para tal efeito será a própria faculdade para haver uma ambientação à mesma por parte dos caloiros. Não fazia sentido que a praxe fosse sempre fora deste local, até porque quem não gosta de praxe certamente que não ficará afectado por isso, é facílimo evitar o local da praxe, o que não falta (pelo menos nas faculdades que conheço) é espaço para se estar tranquilamente sem ter de "levar" com a praxe, mesmo nos dias em que esta decorre.

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  8. Eu percebo a tua argumentação relativamente ao local da praxe, no entanto continuo a achar que a praxe afecta os outros, mesmo que quem não gosta da praxe tenha outros sitios onde estar, ao estar nesses outros sitios já está a ser afectada. Enfim, talvez esteja a forçar o argumento, mas é aquilo que penso, opiniões (exigem-se).

    Relativamnete à pressão...Pensar que algo com a dimensão da praxe não exerce pressão nos novos alunos para participarem nela é muito redutor. Lá está, continua a depender de cada um, mas a pressão existe, e surge muito antes de o aluno chegar à faculdade (t.v, relatos de amigos, "senso comum")

    De qualquer maneira gostava de felicitar este momento de discussão, talvez devessemos promover mais sobre outros tantos assuntos, não fossemos nós alunos de Ciência Política... :D

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  9. Tiago,

    Temos de passar mais tempo aqui no tijolo-com-tijolo a comentar os posts do Sr Pedro Fragoso ;)

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  10. Meus caros, estou a adorar. Podem fazer isto sempre que quiserem ;)

    Quanto à praxe, óbvio que estou do lado do Tiago e do André.
    Duas coisas Diogo: se há quem ponha em causa a praxe é porque ela nos faz imensa confusão. E, em Lisboa, é fácil dizeres que não há pressão para ir à praxe. Até aceito isso relativamente bem porque o senti. Agora, desloca-te um pouco para faculdades em locais mais isolados: Braga, Castelo Branco, Covilhã, Vila Real, Évora, Faro, Santarém, etc, etc. Aí, como são mundos mais pequenos, para além de haver maior pressão psicológica sobre os "caloiros", estes sente-se quase obrigados a cumprir os rituais porque têm medo do social, ou seja, serem rejeitados e mais facilmente identificados.

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  11. Pedro, se assim fosse nos meios mais pequenos teriamos as praxes mais fortes (não no sentido de severas mas no sentido se contarem com a participação de mais gente). Ora, isso está longe de acontecer.
    Quanto ao tema da praxe, sou praxista (bastante activo até). Nunca obrigamos ninguém a ir à praxe, todos os que vão são livres de sair. Todos os que ficam mostram-se extremamente gratos pela experiência. A praxe é só mais uma das esferas da vida a que podemos, ou não aderir. Não vejo metade da discussão quando as pessoas fazem outras actividades que podem na mesma ser consideradas ridículas por muitos. Cada um é livre de fazer o que quer e gostava que os paladinos da democracia que tanto se revoltam contra o suposto autoritarismo praxístico tivessem a dignididade democrática de reconhecer que nem todos somos iguais e de respeitar as opções dos outros, isso é que é democracia.

    Acho ainda que é escusado falar na heterogeneidade da praxe, qualquer pessoa com dois dedos de testa percebe que as praxes podem variar imenso e que há certas praxes altamente reprováveis, o que não significa que outras não o sejam. É o mesmo que dizer que porque houve violência num jogo de futebol, todo o futebol é violento.

    O artigo do Daniel Oliveira não é mais do que um insulto vindo de quem nada sabe sobre o assunto, coisa que qualquer acéfalo pode fazer. Insultar é fácil e quem o faz não merece o mínimo de consideração.

    Por último, a faculdade é espaço público dos que as frequentam, logo qualquer um devia ser livre de fazer o que quiser lá dentro desde que não atente contra as liberdades e direitos dos outros.

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  12. Finalmente alguém para me ajudar "nesta batalha", concordo a 100% com tudo o que disse o Fred, deixo só uma retificação, nunca se diz "praxes", a forma correcta é dizer sempre "praxe".

    Pedro, quanto a esses locais mais isolados, não posso falar porque não sei a realidade desses sitios em relação à praxe, ainda assim o argumento utilizado pelo fred a esse respeito faz sentido, mas como não sei, não falo!

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  13. Fred, mas então concordas que nos sítios mais isolados a praxe é mais violenta? Basta ver as queixas e as notícias de abusos. É raro acontecerem nos grandes meios urbanos. Não percebi muito bem a tua argumentação.

    Segundo, eu volto a repetir: por mim, quem gosta da praxe que a faça sempre, onde quiser, como quiser. Desde que não incomode ninguém, estou-me nas tintas para o que as pessoas fazem. Agora, não posso deixar de ter a minha opinião. E a minha oponião é simples: faz-me confusão. Só isso: confusão que se pratiquem essas coisas. O conceito, então, é-me completamente estranho. E eu critico mais o conceito do que a prática.

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  14. Está bem, mas fazer-te confusão é muito diferente de recorrer-se ao insulto como foi o caso do Daniel Oliveira. Também me faz confusão que certos grupos religiosos façam determinadas coisas e não ando por aí a insultá-los, só para dar um exemplo muito simples.

    Não, não concordo, é isso mesmo. Que aí se possa saber com mais facilidade porque são meios pequenos e isso suscite um maior número de casos públicos é uma coisa, agora acho abusivo afirmar-se que só porque são meios mais restritos a coacção é maior e porque há mais casos conhecidos as praxes são mais violentas (aliás nem vejo porque poderia acontecer isso: as pessoas do campo são mais rudes do que as da cidade?). Por acaso a última praxe violenta de que tive conhecimento até foi mesmo cá no Porto. Curiosamente não chegou à comunicação social, pelo menos que eu tenha conhecimento. Houve uma intervenção nessa praxe antes mesmo de isso acontecer.
    A minha argumentação era a seguinte: se nos meios "não-urbanos" a praxe tem uma adesão significativamente maior, nesses locais a praxe devia assumir uma importância acrescida face aos grandes centros urbanos onde a adesão seria inferior. Ora, isso está MUITO longe de ser o que se passa...

    Diogo obrigado pela correcção.

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  15. Este comentário foi removido pelo autor.

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  16. Meus caros comentadores,

    Peço desculpa por não responder individualmente às questões que me lançaram, mas prefiro só rematar o meu comentário a este tema de forma genérica - não que ache esta discussão inútil.

    Assim sendo, gostaria de reforçar que não condeno (longe de mim) os praticantes destas actividades. Critico-os. De um ponto de vista argumentativo não a acho lógica ou coerente. Mas é óbvio, natural e claro que a liberdade de cada um decidirá a participação ou não em tais actos.

    E a minha crítica baseia-se em observações objectivas e concretas.

    Em primeiro lugar, não há a valorização da dignidade e da racionalidade humanas. Contra factos não há argumentos. Ajoelhar, ser insultado, não olhar os superiores directamente em atitude de inferioridade não o é e nunca o será. Podem achar muita piada, integracionista e tudo mais, mas não podem afirmar que é das acções que mais dignifica o homem. Convenhamos.

    Em segundo lugar, critico, porque apesar de todos se dizerem muito liberais quando se trata de "convidar" os novos alunos das faculdades, o que é certo e que eu vi e conheço é que há uma grande pressão. Psicológica, social, seja o que for. Muitos podem acabar por gostar, mas não foram de livre vontade. Frequentemente actua como inibidor e factor de aversão à faculdade – como eu já testemunhei.

    Respeito, apesar de criticar, todos aqueles que participam. Não compreendo? Não. Nem estou muito interessado. Que a praxe não é um louvor à inteligência? Não. Que são cometidos excessos demasiadas vezes? São. Que dificultar a frequência de aulas com a marcação de actividades de praxe é desprezível? É. Que só vai quem quer? Mais ou menos. Infelizmente nem todos têm coragem para desafiar o estabelecido lá bem no fundo das vossas construções psicológicas. E que cada um faz o que quer? Perfeitamente. Por isso, nunca deixo de mostrar a minha oposição. É a democracia, meus caros. Dá para vocês usarem esses métodos bizarros. E dá igualmente para eu me manifestar abertamente contra eles!

    Por isso, divirtam-se da maneira que entenderem. Mas não usem clichés para justificar aquilo que não tem qualquer justificação, sem ser a aceitação cega do que está socialmente estabelecido. Ou por desejo de vingança, num ano vindouro.

    E viva a praxe! E viva a democracia!

    P.S.: Não tenho a necessidade de me sentir superior a ninguém. Não abdico é da minha argumentação. O resto falará por si.

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  17. Fred, não se trata de serem pessoas do campo ou não. Ou julgas que a mentalidade de uma pessoa de Vila Real é necessariamente igual a uma de Lisboa? E o que queres dizer com "importância acrescida"?
    Os relatos que ouço de cidades como Covilhã ou Vila Real sugerem-me, face ao que conheço de Aveiro e Lisboa na primeira pessoa, que a praxe nos primeiros locais é mais violenta. E quando digo violenta refiro-me não a violência física mas a violência de praxe, ou seja, é uma praxe mais agressiva para o caloiro. É evidente que só estando lá - e tu como sociólogo sabes melhor que eu essas técnicas de investigação - se consegue discernir as diferenças.

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  18. Pedro, em primeiro lugar, um membro da praxe de Vila Real (ou doutro meio qualquer) não será necessariamente de Vila Real - provavelmente até nem será. O mesmo se passa em Lisboa. Só por aí essa questão das mentalidades perde todo o sentido. É impossível fazer esse tipo de associações imediatas baseadas apenas na locaçização da universidade. Uma vez mais, sublinho que a "dureza" das praxes não varia conforme a localização geográfica nem a sua densidade populacional.

    Com importância acrescida quero dizer que nesses meios a praxe teria que assumir uma maior relevância do que a que assume no Porto e em Coimbra, que é onde está mais activa. Se a adesão nesses meios fosse tão grande como dizes, a praxe aí teria muito mais importância do que tem no Porto, mas não é o que acontece.

    É exactamente por causa do que disseste na última frase que eu acho abusivo - como disse na intervenção que tive anteriormente - fazer esse tipo de associações. O que os media nos possam dizer não corresponde necessariamente à verdade e os relatos que ouvimos não servem de amostra nem podem ser generalizados. Da mesma maneira que tu ouviste isso de Vila Real eu ouvi relatos duma praxe extremamente descontraida de várias pessoas que conheço e que lá estudam, contrariamente ao que se passa em muitas faculdades do Porto com as quais contacto de perto.
    Com tudo isto quero dizer que a praxe é dos fenómenos mais heterogéneos que existem. Não pode ser tipificada em função do local nem do número de pessoas que nela participam... Ela varia imenso de faculdade para faculdade dentro da mesma cidade, de curso para curso dentro da mesma faculdade e até em alguns casos de doutor para doutor dentro do mesmo curso...

    O mesmo se aplica ao que o André disse. O facto de teres vivenciado ou presenciado uma grande pressão social para aderir à praxe não quer dizer que isso se passe em todas as faculdades. Eu não posso dizer que tenha conhecimento de algum tipo de pressões deliberadas para que os alunos vão à praxe. Obviamente todos são convidados a experimentar pelo menos um ou dois dias para saber do que se trata mas ninguém os pressiona a ficar, o que menos se quer é gente contrariada. Muitos foram à praxe e desistiram, muitos nem sequer puseram lá os pés e são meus amigos e estão perfeitamente integrados. Não foram pressionados mas também não são discriminados.
    Estou consciente que não é o que se passa em todo o lado, mas também não existe essa pressão que falas em todos os casos. Uma vez mais apelo a que não se generalize despropositadamente e a que não se extrapole a partir de dois ou três casos altamente reprováveis que toda a praxe é horrível.

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